domingo, 24 de novembro de 2013

Fotos Ayrton Senna - Gran Prémio Brazil - Interlagos - Jacarepaguá

Brasil 1993

Brasil 1991

Brasil 1993
Ayrton Senna e seu grande amor, Xuxa, no Gran Premio de Brasil, 1989

Senna era incrivelmente bom. Ele é famoso por sua velocidade natural incrível, e de forma compreensível, mas sua ética de trabalho prodigiosa é muitas vezes sub-avaliada. Ele treinava assiduamente, ele era, portanto, extremamente em forma, ele estudiava os dados com seus engenheiros com cuidado infinitesimal, e pensava profundamente sobre seu ofício. Sim, ele tinha sido presenteado por Deus com uma capacidade sublime, mas sabia que só isso não seria suficiente, então ele trabalhou em que o suo talento fosse polido e aperfeiçoado, e que é por isso que eu uso o termo "artesanal" sobre sua pilotagem em vez de "habilidade" ou "arte". 

Emerson Fittipaldi

Ayrton Senna com o sobrino Bruno Senna no GP Brasil 1993

Brasil 1993

S do Senna

Ayrton Senna e Xuxa, Gran Prémio Brasil 1989, Jacarepagua
Ayrton Senna  - Victoria no GP Brasil 1991 - Interlagos

Ayrton Senna - Interlagos - 1993 - victoria - Schumacher e Damon Hill no podio

sábado, 23 de novembro de 2013

Rick Moris, adversário, fala de Ayrton Senna na Fórmula Ford 1600

Senna, depois de vencer a corrida em Donnington 1993, com a McLaren

“Em Donnington Park fiz a volta mais rápida, apesar de ter acontecido uma coisa típica. Fiquei preso no bolo depois da largada. Estava em quarto ou quinto, por aí. Ayrton teve a habilidade de fazer a primeira volta mais espantosa - uma largada inacreditavelmente boa, tremendas primeiras curvas. Comecei a me aproximar dele, me aproximar. Cheguei a três metros e fiquei olhando-o nas curvas. Eu estava impressionado. Ele estava jogando poeira cada vez que saía da Coppice, estava usando não apenas a pista, mas também as zebras e duas ou três polegadas de terra. E não foi em uma só volta, era em todas as voltas. Aquilo era incomum porque uma das coisas mais difíceis de se fazer na Fórmula Ford 1600 é dirigir com constância. São carros nojentos de se dirigir. E, volta após volta, fora da pista por duas ou três polegadas… Eu estava usando a zebra e devo ter usado a terra uma em cada quatro ou cinco voltas, se estivesse rápido demais, mas ele estava fazendo aquilo deliberadamente.”

Rick Moris, adversário de Senna na Fórmula Ford 1600

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost começou antes de 1988

"Quando Ayrton foi para a McLaren en 1988, o maior homem no paddock era Alain Prost. Ele era o homem que Ayrton queria imitar - e, eventualmente, o homem que ele queria bater - por isso ele acabou pilotando o mesmo carro como Prost na mesma equipe. "


Jean-Marie Balestre, ex-presidente da FISA, foi um nazista durante a Segunda Guerra Mundial

BALESTRE NAZI: Durante a Segunda Guerra Mundial, Balestre foi membro do Frente Jeune, o partido político de direita fundado por Robert Hersant. Mais tarde, ele se juntou aos alemães na SS francês. No final de 1970, as fotografias começaram a circular de Balestre vestindo um uniforme da SS alemã e ele tomou medidas legais sem sucesso de suprimir sua publicação.


Jean_Marie Balestre, ex-presidente da FISA, foi um nazista durante a Segunda Guerra Mundial

Jean-Marie Balestre (09 de abril de 1921 - 27 de março 2008) foi um executivo francês de automobilismo , que se tornou presidente da Fédération Internationale du Sport Automobile (FISA) 1978-1991 e Presidente da Fédération Internationale de l'Automobile (FIA) 1985-1993.




Balestre também foi acusado de usar o seu poder por mais do que se pretendia. Em 1989, depois de Ayrton Senna e Alain Prost colidiram em Suzuka, houve implicações na revista Autosport que Balestre estava envolvido em manipular o Campeonato Mundial, em favor de Prost, como Senna foi desclassificado da vitória, multado e suspenso. Isto levou à decisão de Max Mosley para concorrer à presidência da FISA. Senna se desentendeu com Balestre, que ameaçou revogar sua licença de super, mas foi incluído na lista de inscritos de 1990.


Jean Marie Balestre, Presidente da FISA, e Ayrton Senna, Alain Prost e Niki Lauda, 1985

Balestre durante discussões acaloradas com Ayrton Senna, em 1991

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Ayrton Senna e a modelo e atriz americana Lauren Hutton, Monza 1990

Ayrton Senna e Lauren Hutton, modelo e atriz americana dos anos 80, mais conhecida por seu papel no filme "American Gigolo", juntamente com Richard Gere. Ela era uma amiga de Carol Alt e frequentou a mesma festa em Milão 1990, antes do Grand Prix, onde Senna e Carol Alt encontraram pela primeira vez. Hutton disse a Carol Alt que "se você não quer ele, eu quero ele". Carol riu da idéia ... Senna e Carol Alt deixaram a festa juntos e se tornaram amantes secretos para os quatro anos seguintes, até sua morte.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Ayrton Senna celebrando o terceiro campeonato conquistado em 1991

Ayrton Senna celebrando o terceiro campeonato conquistado em 1991, nas ruas de São Paulo. Ele tinha tirado Nigel Mansell na corrida em Suzuka naquele ano, e venceu o Grande Prêmio da Austrália, na chuva, no final da temporada.



sábado, 2 de novembro de 2013

Sylvester Stallone no FW16B Williams, GP Itália, 1994/09/11



Sylvester Stallone no FW16B Williams, GP Itália, 1994/09/11. Próximo a ele, David Coutlhard, nomeado como substituto de Senna para a temporada de 1994, atuando como anfitrião

'A Era dos Campeões': filme conta a saga de AyrtonSenna, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi


Diretor Cesario Mello Franco afirma que objetivo do documentário é revelar como o Brasil dominou a F-1 sem contar com automobilismo profissional


A saga dos três grandes pilotos brasileiros na Fórmula 1 é o tema do filme "Era dos Campeões", de Cesar Mello Franco e Marcos Bernstein. Com depoimentos e histórias das carreiras de Emerson FittipaldiNelson Piquet e Ayrton Senna, o documentário mostra como o Brasil dominou o esporte entre as décadas de 70 e 90, até 1991, ano do último título de Senna, que morreria três anos depois.
- O Brasil tinha um domínio parecido com o dos alemães hoje. Eu ficava intrigado sobre como o país, sem um automobilismo profissional, conseguiu fazer isso. A busca do filme é essa, tentar entender como isso aconteceu - afirmou Mello Franco no "Redação SporTV".
Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet antes da exibição com a Brabham (Foto: Alexander Grünwald / Globoesporte.com)Fittipaldi e Piquet são retratados no filme
(Foto: Alexander Grünwald / Globoesporte.com)
Com depoimentos dos três campeões, sendo que apenas Piquet e Emerson foram entrevistados pessoalmente pelos diretores, a "Era dos Campeões" revela histórias intimistas dos pilotos, como a vez em que Emerson bateu o primeiro Porsche do irmão mais velho, Wilson. O bicampeão se emociona, no entanto, ao lembrar o dia em que tentou evitar, em vão, a morte do suíço Jo Siffert, após acidente no circuito de Brands Hatch, e conta com orgulho sobre como apresentou o então jovem Senna para a Ferrari e McLaren.
- Fittipaldi, quando o conheci, me impressionou a inteligência visual dele. Ele conta algo e faz você ver aquilo. Ele aceitou que a imagem dele chorando entrasse no filme - disse.
Mello Franco afirma que Piquet era mais lógico como piloto e um grande mecânico, interferindo na composição dos carros. O tricampeão contribui com sua personalidade irreverente ao relembrar grandes rivalidades contra Alain Prost e Nigel Mansell.
Ayrton Senna campeão Fórmula 1 1991 (Foto: Getty Images)Senna comemora título em 91 (Foto: Getty Images)
- O Piquet pegou a transformação da F-1 de algo mais amador para profissional - disse.
O diretor recorda Senna como o brasileiro que levou a preparação física para dentro dos carros de F-1.
- O Senna é o terceiro tipo de piloto. Não o conheci, mas tinha uma concentração muito grande, totalmente voltado para si.
O documentário foi exibido no Festival de Cinema do Rio, possui veiculação no Canal Brasil e pode ser adquirido na internet

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ernesto Rodrigues, biografo de Ayrton Senna fala sobre a temporada 1988


De um lado, a pressão de estar pela primeira vez em uma equipe com condições de chegar ao título, enfrentando um rival dentro do próprio time já com dois Mundiais no currículo. De outro, a cobrança pessoal por desempenho perfeito na busca frenética por vitórias. Para completar, problemas de relacionamento com o então maior vencedor brasileiro da história da F-1.

Neste cenário, Ayrton Senna viveu em 1988 o ano mais estressante de sua vida, segundo afirmou o jornalista Ernesto Rodrigues, autor do livro "Ayrton, O Herói Revelado" (Editora Objetiva), em entrevista à Folha Online. Mas fechou o Mundial com o primeiro de seus três títulos na principal categoria do automobilismo, feito que completa exatos 20 anos nesta quinta-feira (30).
Divulgação
Fora das pistas, Senna também enfrentou problemas com o rival Nelson Piquet em 88
Fora das pistas, Senna também enfrentou problemas com o rival Nelson Piquet em 88
Para Rodrigues, os problemas de Senna com Nelson Piquet, que chegou a insinuar que o piloto da McLaren era homossexual, em janeiro de 1988, causaram grande dor emocional ao piloto.

"Naquele ano, ele talvez tenha enfrentado a situação de maior estresse da vida dele, tanto no aspecto profissional quanto no pessoal", disse Ernesto Rodrigues, que trabalhava na direção do programa "Globo Repórter", da TV Globo, à época.

Somado a isso, Senna teve que superar um rival duríssimo dentro da própria McLaren. O francês Alain Prost, que então tinha dois títulos mundiais, foi o principal adversário do piloto na temporada e disputou o Mundial com o brasileiro palmo a palmo até a penúltima corrida, no Japão, no dia 30 de outubro. Senna venceu, com Prost em segundo, e garantiu o título.

"Ele [Senna] enfrentou uma tensão absoluta e um dos maiores pilotos de todos os tempos. Enfrentou também uma equipe que tinha disputa interna e o lobby que, de certa maneira, o Prost tinha na imprensa européia, que contribuiu muito para aumentar o nervosismo e o estresse de Ayrton."

"Ao mesmo tempo, ele teve pela primeira vez um carro perfeito. Foi o maior desafio da vida dele, quando se impôs finalmente como um piloto capaz de ser campeão", afirmou o biógrafo.

Briga com Piquet

Divulgação
Senna no cockpit da McLaren durante os testes da equipe em Jacarepaguá, em 88
Senna no cockpit da McLaren durante os testes da equipe em Jacarepaguá, em 88
Fora das pistas, o piloto também viveu situações tensas em 1988. A rusga entre Senna e Piquet começou quando Ayrton disse a um repórter do "Jornal do Brasil" que havia "sumido da imprensa", no início daquele ano, para que Piquet, então tricampeão da F-1, "pudesse aparecer um pouco".

O piloto carioca respondeu, em entrevista ao mesmo jornal, que Senna, na verdade, havia "desaparecido para não ter que explicar à imprensa brasileira por que não gosta de mulher".

Segundo Rodrigues, Piquet vazou desta forma para a imprensa brincadeiras e boatos que existiam no paddock da F-1. Quando soube das declarações de Piquet, o piloto da McLaren decidiu processá-lo. Depois, desistiu. "Foi o episódio que mais causou sofrimento a ele [Senna] em toda sua vida", contou o biógrafo.
Apesar da confusão, o episódio não prejudicou Senna nas pistas, segundo Rodrigues. "O Ayrton tinha uma capacidade de concentração que assombrava todo mundo. Não acredito que a atitude dele na pista tenha sido influenciada por isso."

A briga entre Nelson Piquet e Ayrton Senna en 1989

Nelson Piquet e Ayrton Senna, 1987
Para o Ernesto Rodrigues, autor do livro "Ayrton: o héroi revelado" de 2004, a briga particular entre Nelson Piquet e Ayrton Senna no início de 1989, o que fez Piquet dizer que Ayrton era homossexual, "confirmou um pouco o estilo de vida dos dois pilotos". "O fato de o Nelson ter soltado essa boataria do Ayrton não alterou muito a trajetória dos dois, tanto do Nelson, como um 'bad boy' da F-1, quanto do Ayrton, como um 'santo politicamente correto' da F-1", afirmou.

"Ele [Piquet] nunca fez questão nenhuma de manter uma boa imagem, sempre falou o que vinha na telha. O Nelson sempre foi um cara muito irreverente. E, junto com a irreverência, muitas vezes teve muita sacanagem, no sentido de fazer declarações irresponsáveis, ofensivas", disse.

"Por outro lado, o Senna foi um cara que sempre levou sua carreira de forma religiosa, meticulosa. Se preparou fisicamente, espiritualmente e comercialmente, e incluiu nessa preparação a questão de construir uma imagem boa com a imprensa", analisou.

Para Rodrigues, no entanto, não se tratou de um caso de "fabricação de imagem". "Era uma preocupação genuína que ele tinha de ter um bom comportamento, preocupado com os problemas do país. Se isso era autêntico ou não, cada um achasse o que quisesse, mas era uma atitude constante do Ayrton", afirmou o jornalista.
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