sábado, 19 de outubro de 2013

Como Ayrton Senna pediu para se encontrar com Xuxa em 1988

O Senna e a Xuxa são almas gêmeas, ele gostava sexualmente da Adriane Galisteu, mas era Xuxa que ele amava. 



No final do 1988 Senna queria conhecer uma brasileira:

- Bira, você conhece a Xuxa?

Com essa pergunta para o amigo Ubirajara Guimarães, feita naquele final de 1988, Senna abriu caminho para o namoro que o marcou para sempre. A resposta de Bira:

- Conheço mais o diretor dela na Globo, o Walter Lacet. Por quê?

- Eu queria conhecer ela.

Ubirajara já sabia que Xuxa também tinha interesse em conhecer Ayrton. Sua fonte era uma amiga comum, dele e da apresentadora: a cantora Simone. Bira então ligou para a secretária de Lacet, Cláudia Couto, que teve receio de dar o telefone de Xuxa antes de pedir autorização a Marlene Mattos, a poderosa assessora.


 Marlene autorizou, mas também pediu os telefones de Senna. Queria convidá-lo para ir ao programa. Xuxa estava em Belo Horizonte, com agenda lotada, e não via possibilidade de encontrálo nos próximos dias. Não seria problema. Senna foi vê-la no próprio avião.

Dias depois, no jantar anual promovido em torno de Senna pelo Banco Nacional na Vila Riso, no Rio, o amigo Marcos Magalhães, herdeiro do banco, sentiu que Ayrton estava levando a sério o namoro. Ao conversarem pelo telefone, Marcos dissera que convidaria para o jantar uma amiga que ele queria apresentar a Ayrton. A reação:

- Não chama não que eu já estou organizado.
- Quem é?
- Não posso falar.


Curioso, Marcos passou a citar nomes de uma série de "aviões" femininos da época. Senna fez mistério. A confirmação de que era realmente algo especial Marcos teve quando viu a expectativa de Senna, durante o jantar do Banco Nacional, com a chegada de seu próprio avião, despachado para buscar Xuxa em outro compromisso fora do Rio. Ela chegou e, a partir daquele dia, Marcos perceberia mudanças em Ayrton que ele não hesitou em atribuir à musa das crianças brasileiras: cabelos mais compridos, horários nada ortodoxos de dormir, para entrar no ritmo das gravações de Xuxa, e uma postura menos "travada" nas horas de folga.

Senna também estava diferente quando chegou à casa de Galvão Bueno, num condomínio da Barra da Tijuca, na segunda-feira que se seguiu ao primeiro fim de semana que passara com Xuxa.

Parecia, na lembrança de Galvão, um colegial apaixonado, respiração irregular, buscando palavras para explicar o estado de encantamento em que se encontrava. Como tinham combinado, os dois jogaram tênis na quadra do condomínio. Depois do tênis, surpresa:

-Vamos caminhar um pouco na praia?

Ayrton Senna e Xuxa na praia
 Galvão reagiu, intrigado com a disposição de Senna de enfrentar o possível assédio dos fãs, ainda empolgados com a conquista do campeonato no Japão. E foram. Ayrton queria conversar. E conversaram sobre a "mulher incrível" que ele conhecera. Depois da caminhada quase anônima, almoçaram na varanda do apartamento de Galvão. À tarde, ainda inquieto e excitado com a perspectiva e voltar a encontrar Xuxa naquela noite, para a gravação da entrevista que acabou sendo o marco midiático do início do namoro, Ayrton chamou Galvão para dar uma volta no Opala que estava usando.

- Estou com uma coisa esquisita no peito.

Ayrton Senna e Xuxa, 1989
 Galvão testemunhou, meio assustado, o método especial adotado por Ayrton para aplacar aquela "coisa esquisita no peito": assim que vislumbrou uma reta vazia na estrada que liga a Barra da Tijuca às praias mais distantes em direção a Angra dos Reis, Ayrton deu um colossal cavalo-de-pau no Opala e iniciou uma série de manobras que levaram o motor, a suspensão e o chassi do carro a limites jamais previstos pelo fabricante. Depois de varios cavalos-de-pau e de muita borracha de pneu queimada no asfalto, ele estacionou o Opala e relaxou:

- Agora estou legal...

Dias depois, quando o amigo Braguinha viu o semblante arrebatado de Ayrton, ao ser beijado várias vezes pela nova namorada no palco do programa Xou da Xuxa, da TV Globo, ele se virou para a mulher, Luiza, e cantou a pedra:

- Ele ficou doido por ela.




Fonte: O herói revelado, Ernesto Rodrigues

Ayrton Senna disse que Terry Fullerton foi o maior rival de sua carreira

Terry Fullerton (macacão vermelho) conversa com Ayrton Senna (macacão preto) no Circuito de Jesolo, Itália, em 1979; Senna ainda corria com o capacete antigo, cinza com detalhes em verde e amarelo

Terry Fullerton é um inglês simpático, de cabelos grisalhos e curtos. Aos 60 anos, traz sempre um sorriso sob o bigode branco enquanto treina jovens pilotos no kart.

Terry Fullerton aos 60 anos

 Apesar de ser um nome desconhecido de boa parte do grande público fã de automobilismo, em especial fora da Inglaterra, o sorridente Fullerton é um nome importante na trajetória que levou Ayrton Senna à Fórmula 1. Afinal, ele e Senna foram companheiros e rivais ainda no kart, muito antes que se falasse na rivalidade com Alain Prost na McLaren em 1988 e 1989.

O caminho de Fullerton no automobilismo começou com uma tragédia em 1964, ano em que seu irmão Alec morreu em um acidente de moto durante uma corrida no Circuito de Mallory Park. A família de Terry não se opôs à carreira no esporte, mas Terry decidiu trocar as motos pelos carros ao testemunhar o sofrimento da família.

A decisão se mostrou acertada. Nos primeiros anos da carreira no kart, Terry Fullerton conquistou os títulos de campeão britânico júnior (1966, 1967 e 1968), campeão britânico sênior (1971, 1973 e 1975), campeão europeu (1972 e 1973) e campeão mundial (1973). Aos 20 anos, Terry Fullerton já se mostrava pronto para saltar aos monopostos, caminho natural para quem queria (e quer) chegar à Fórmula 1.

Em 1978, ainda no kart, Fullerton se tornou piloto da equipe italiana DAP para a disputa dos campeonatos britânico sênior e europeu da modalidade. Foi neste ano, porém, que chegou à Europa um jovem piloto brasileiro, sete anos mais novo, que buscava sua carreira internacional. Seu nome: Ayrton Senna da Silva, que corria com um capacete cinza com faixas horizontais em verde e amarelo. Nascia ali a primeira rivalidade da carreira de Senna.

Campeão sul-americano de kart em 1977, Senna foi companheiro de Fullerton na DAP por três anos (1978 a 1980). Neste período, Fullerton levou a melhor, conquistando dois títulos britânicos (1978 e 1980) e um europeu (1978). O brasileiro, em compensação, perdeu duas vezes o título mundial, em 1979 e 1980 – os títulos ficaram com os holandeses Peter Koene e Peter De Bruijn, respectivamente. No fim de 1980, Senna foi promovido aos carros, passando a disputar a Fórmula 1600 em 1981, enquanto Fullerton seguiu nos karts.
Senna (kart 1) e Fullerton (logo atrás) foram companheiros de equipe por três anos, entre 1978 e 1980; brasileiro foi correr de monopostos, enquanto inglês abandonou as pistas em 1984

A partir daí, os caminhos dos dois se separaram. Senna correu nas categorias de acesso até 1983, chegando à Fórmula 1 pela Toleman em 1984. Fullerton, por sua vez, conquistou mais um título europeu de kart (1981), entre outras competições internacionais de menor expressão, antes de se aposentar da carreira em 1984. Desde então, tem se dedicado à formação de jovens pilotos, tendo trabalhado com nomes como Allan McNish, Ralph Firman, Dan Wheldon, Anthony Davidson, Paul di Resta e Wade Cunningham.

Mesmo distantes um do outro, Senna jamais se esqueceu da rivalidade com Fullerton. Em novembro de 1993, no fim de semana do Grande Prêmio da Austrália (última vitória da carreira do brasileiro), o já tricampeão foi questionado a respeito do piloto com o qual tinha ficado mais satisfeito correndo contra, de qualquer época que fosse. A resposta esperada era “Alain Prost”, mas Ayrton surpreendeu em Adelaide.

“Eu cheguei à Europa para correr pela primeira vez for a do Brasil, e para ser companheiro de Fullerton, Terry Fullerton. Ele era muito experiente, e eu gostei muito de pilotar com ele. Ele era rápido, era consistente. Para mim, ele era um piloto muito completo. E aquilo era pura pilotagem. Tenho aquilo como uma ótima memória”, respondeu Senna na ocasião.

Em 1993, Senna (à esquerda) aponto ex-companheiro Fullerton (à direita) como melhor rival da carreira; história só veio à tona em 2010, com lançamento de documentário sobre brasileiro

O brasileiro morreria menos de seis meses depois, no acidente do Grande Prêmio de San Marino de 1994. A declaração de Senna, porém, ficou perdida por mais de 15 anos, até o lançamento do documentário Senna, do diretor Asif Kapadia, em 2010. Fullerton só soube da resposta de Senna por conta de dois amigos – um que estava na entrevista coletiva de Senna em 1993, e que jurava ter ouvido a declaração, e outro que estava em uma pré-estreia do documentário no Japão e que finalmente pôde ouvi-la.

“Houve uma premiére no Japão no ano passado, e alguém viu e me disse que eu aparecia no fim do filme”, contou Fullerton ao site EDP24 em 2011. “Eu ouvia falar disso o tempo todo. Um amigo meu era o editor da versão australiana da Autosport (revista britânica especializada em automobilismo) e estava na entrevista em que Ayrton disse isso em 1993. Mas era o testemunho de uma boca só, então eu não ouvi falar nada até o ano passado, quando o filme foi exibido”, completou.

Convidado para um evento de lançamento do filme em Londres, Fullerton destacou a concorrência entre eles entre as décadas de 70 e 80. “Fico feliz que ele tenha dito isso. Sabia que ele tinha esse respeito por mim. Fomos companheiros por três anos. Eu costumava vencê-lo, costumava ser mais rápido que ele”, contou o inglês, que passou longe da F1. “Quando ele deixou o kart, eu ainda estava no topo. Então, eu sabia que ele me respeitava e me considerava muito como piloto. Foi legal ouvir, sabe? Especialmente depois de todos estes anos”, acrescentou.

Fullerton foi procurado nos últimos meses pelo Terra para conceder entrevista. Sua assessoria de imprensa cedeu as fotos da carreira do piloto, inclusive ao lado de Senna. No entanto, a reportagem não obteve resposta, diante de várias tentativas de conversar com o ex-piloto.
FONTE

Terra

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Os Melhores Pilotos da Formula 1

10º lugar – Stirling Moss
O único dessa lista que nunca foi campeão mundial. Mas nem por isso Sir Stirling Moss deve ser menosprezado. Ele foi um dos melhores pilotos de seu tempo. Numa época dominada pelo argentino Juan Manuel Fangio, Moss conquistou 16 vitórias e quatro vice-campeonatos na Fórmula 1.

9º lugar – Niki Lauda
Niki Lauda é até hoje reverenciado como um dos grandes, e não é à toa. O austríaco foi tricampeão mundial, nos anos de 1975, 1977 e 1984. Em 1976 sofreu um dos mais terríveis acidentes da Fórmula 1, em Nürburgring, e quase morreu queimado, mas voltou pouco depois, e ainda ficou com o vice-campeonato. Tinha um estilo de pilotagem frio, calculista e muito limpo, que lhe valeu o apelido de “Computador” no meio automobilístico.

8º lugar – Michael Schumacher
O multi-campeão Michael Schumacher é um dos pilotos mais polêmicos de todos os tempos. Todos reconhecem sua incrível habilidade, mas o alemão é mais lembrado pela conduta um tanto quanto suja e anti-desportiva nas pistas, o que lhe valeu o apelido de “Dick Vigarista”. Com sete títulos mundiais, 91 vitórias, 68 poles, Schumacher detém todos os recordes da categoria.

7º lugar – Alain Prost
Muita gente odeia o Prost. Prost tinha uma habilidade incrível em ser rápido e explorar tudo que seu carro podia oferecer, sem contar que ele deixava qualquer um maluco quando resolvia fazer pressão. Tudo isso fez com que ele recebesse o apelido de “Professor”.

6º lugar – Nelson Piquet
O “invejoso” e “maldoso” do Piquet. Piquet sabia como ninguém acertar um carro, criou soluções geniais para ganhar vantagem sobre os concorrentes, como os aquecedores de pneus e o pit-stop usado como elemento estratégico, além de ser extremamente regular. 

5º lugar – Emerson Fittipaldi
Numa época em que quase ninguém sabia o que era a tal de Fórmula 1, ele foi pra Europa e mostrou ao mundo do que era feito. Peitou todo mundo e foi campeão disputando com feras com Jackie Stewart, Denny Hulme, Jacky Ickx, Clay Regazzoni, Mario Andretti, Ronnie Peterson e outros. Só por isso já merecia ser lembrado. Mas, além disso, ainda teve peito de ter sua própria equipe com seu irmão Wilsinho. Depois da Fórmula 1, quando todo mundo achava que ele já era, foi pros EUA e venceu duas Indy 500 e foi campeão da Indy, em 1989.

4º Lugar – Jackie Stewart
Um dos últimos gentlemen da Fórmula 1, Jackie Stewart tinha uma habilidade fora do comum ao guiar um carro de corrida. O cara que já foi chamado de “Homem Vacilante”, foi um dos grandes defensores da melhoria das condições de segurança na categoria. Mas nunca fugiu à luta, e quando precisava, demonstrava uma coragem fora do normal, como no GP da Alemanha de 1968, onde deu show sob chuva torrencial em Nürburgring, pista a qual odiava. Foi tricampeão, e abandou as pistas no auge de sua carreira, chocado com a morte de seu grande amigo François Cevert.

3º lugar – Jim Clark
Pode ser dizer que Clark foi o piloto preferido de Colin Chapman. Além de ser sempre ter defendido o Team Lotus, Clark era muito amigo de Chapman. Era muito rápido, muito consistente e de uma habilidade incrível. Clark pode ser considerado como o primeiro grande ídolo global do automobilismo, era uma espécie de Ayrton Senna de sua época, tanto que sua morte causou uma comoção nunca antes vista na história da Fórmula 1. Foi bicampeão, vencendo as temporadas de 1963 e 1965.

2º lugar – Juan Manuel Fangio
Numa época em que não havia controle de tração, controle de largada, nenhum tipo de ajuda eletrônica, nem freios a disco, nem capacetes nem mesmo cinto de segurança, e que morriam cerca de dois ou três pilotos por temporada, esse cara foi cinco vezes campeão mundial e sobreviveu para contar sua história.
Não há muito que falar, a história mostra isso. Fazer o que ele fez, na época em que ele fez, não é coisa para poucos, é coisa para um só.

1º lugar – Ayrton Senna
Um gênio, sua incrível velocidade (notadamente em qualificação), capacidade de superação e seu enorme carisma, fizeram com que ele se tornasse um dos maiores ídolos do esporte a motor de todos os tempos.

Ayrton Senna visita Assis




No mês de janeiro de 1994, numa tarde ensolarada recebi um telefonema anônimo dizendo que Ayrton Senna estava em Assis. Naquela época trabalhava como diretor de redação e fotografo em um jornal diário. Achei estranho aquele telefonema, mas a voz feminina do outro lado parecia estar falando a verdade. Mesmo assim não acreditei, mas, a curiosidade e a vontade de desmascarar a tal anônima foi maior. Segui então para o Aeroporto Estadual "Marcelo Pires Holzhausem" onde Ayrton estaria. Logo que cheguei,  encontrei um radialista da Radio Difusora que também havia recebido tal telefonema e teve a mesma idéia de desmascarar a "anônima". Ficamos uns minutos com cara de "bobo", sentados nas cadeiras no salão de entrada do aeroporto olhando um para o outro de vez em quando, sem dizer nada. A única palavra foi: Será?




Não agüentei a ansiedade e fui me informar com o então administrador do aeroporto, meu amigo Amaral. Para meu desespero, ele confirmou: "Aquele avião é do Ayrton Senna", e apontou para um bi motor azul parado próximo a um angar. Depois de muita conversa com Amaral e outras pessoas que estavam por ali descobri que Ayrton estava na região a convite de Ivo Guioti, piscicultor e agro pecuarista da região de Candido Mota. Enquanto tirava mais informações, um veiculo chegou e... lá estava ele. Eu e o radialista corremos para a pista. Um pequeno grupo de assisenses, que também acreditaram no "impossível" foram chegando e se aglomerando perto do veículo onde Ayrton conversava com Guioti, no banco traseiro (A Radio Difusora de Assis tinha noticiado que Ayrton Senna estaria na cidade acreditando no telefonema anônimo). Foi incrível! Inacreditável! Fiquei por uns minutos olhando para nosso ídolo maior dando autógrafos, atenciosamente  na maior tranqüilidade conversando com todos. 




Falei um pouco com ele, dei um jornal com matérias e fotos do kartismo, e disse que o Kart Clube de Assis iria inaugurar uma pista que levaria seu nome. Aproveitei, e convidei ele para a inauguração. Ayrton sorriu agradeceu o convite e a homenagem e prometeu que viria novamente para nossa região, depois da primeira prova do campeonato de Formula 1, junto com mais dois pilotos. Ele ainda me perguntou se no kartodromo tinha condições de aterrissar um helicóptero. Se tudo desse certo ele inauguraria a pista e seguiria com os amigos para Candido Mota. Quando pedi a ele para mandar um recado aos pilotos de Kart de Assis ele disse apenas: "peça para eles se divertirem bastante". Neste instante Ayrton olhou para mim e exclamou: "vai ficar só olhando? Não vai fotografar não, o do bigode?"Foi nesta hora que "me toquei" e comecei a fotografar meio sem ângulo aquele momento histórico. Até então fiquei admirando ali, bem pertinho, o melhor piloto do mundo, tri campeão de Formula 1. 







Foi o próprio Ayrton que organizou as poses para as fotos enquanto caminhava para sua aeronave, um avião Inglês novinho em folha.. Ninguém ficou sem uma lembrança. A sim
patia do campeão contagiou a todos. Infelizmente, as fotos estão em preto e branco, mas o momento foi inesquecível. Depois da morte de Ayrton, no dia 1º de maio daquele ano recebi centenas de encomendas das fotos registradas naquele dia. Não sei porque, mas não tive coragem de cobrar pelo meu trabalho.

Veja ao lado as fotos exclusivas em reprodução digital  de um fotografo que guarda para sempre as lembranças deste dia inesquecível. 

Fonte: umdoistres.com.br/magazine/ayrtonsenna/senna.htm

Michael Schumacher - Heptacampeão (1994-95; 2000-04)




Perfil:

  • Idade: 44 anos (03/01/1969).
  • Nacionalidade: alemão.
  • GPs: 308
  • Vitórias: 91
  • Pole Positions: 68
  • Títulos Mundiais: 7 (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004).
  • Equipes: Jordan (1991), Benetton (1991-95), Ferrari (1996-2006), Mercedez (2010-12).


Recordes:

  • Maior número de títulos: 7.
  • Maior número de vitórias: 91.
  • Maior número de pole positions: 68.
  • Maior número de pontos: 1566.
  • Maior número de vitórias em uma temporada: 13 (2004).
  • Maior número de vitórias no mesmo grande prêmio: 8 (França: 1994, 1995, 1997, 1998, 2001, 2002, 2004, 2006).
  • Maior número de largadas na primeira fila: 116.
  • Maior número de voltas mais rápidas: 77.
  • Maior número de voltas mais rápidas no mesmo GP: 7 (Espanha: 1993, 1994, 1996, 1999, 2001, 2002, 2004).
  • Maior número de pódios: 155.
  • Maior número de pódios em uma temporada: 17 (2002) - todas as corridas da temporada.
  • Maior sequencia de corridas no pódio: 19 (2001-02).
  • Maior número de corridas na zona de pontuação: 221.
  • Maior porcentagem de pontos conquistados em uma temporada: 84,71% (2002) - conquistou 144 do total de 170 possíveis.
  • Maior número de voltas na liderança: 5.111.
  • Maior distância percorrida na liderança: 24.148 km.
  • Maior número de pole positions + vitórias na mesma corrida: 40.
  • Maior número de pole positions + vitórias + volta mais rápida na mesma corrida: 22.
  • Maior número de corridas na liderança do campeonato: 37 (GP Estados Unidos 2000- GP Japão 2002.).
  • Maior vencedor de GPs diferentes: 22.
  • Maior número de vitórias na mesma equipe: 72 (Ferrari).
  • Maior número de dobradinhas (com Rubens Barrichello): 24 (2000-05).

Michael Schumacher - campeão 1994 - Benetton Ford

Juan Manouel Fangio - Pentacampeão (1951;1954-57)



Perfil:

Idade: Morreu aos 84 anos em 1995.

Nacionalidade: argentino.
GPs: 51
Vitórias: 23
Pole Positions: 27
Voltas mais rápidas: 23
Títulos Mundiais: 5 (1951, 1954, 1955, 1956, 1957).
Equipes: Alfa Romeo (1950-51), Masserati (1953-54; 1957-58), Mercedes (1954-55), Ferrari (1956)
Recordes:

Maior percentual de vitórias: 47,05% (24 vitórias em 51 GPs).
Maior percentual de pole positions: 52,94% (27 poles em 51 GPs).
Campeão mais velho da Fórmula 1: 46 anos e 41 dias (1957).
Maior porcentagem de títulos conquistados: 62,5% (5 títulos em 8 temporadas).



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Fotos de Adriane Galisteu nua na série de televisão Xica da Silva

Nunca houve ninguém no mundo que tem explorado mais a imagem de Ayrton Senna para a promoção pessoal que Adriane Galisteu.

Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995


CHOCANTE!!! em 1995, na mesma revista Playboy em que Adriane Galisteu posou nua como a última namorada de Senna, ela também publicou um anúncio em que ela propônia as pessoas ligar para um número de telefone e em troca de alguns "reais", ela responderia qualquer pergunta sobre a vida de Senna, oferecendo histórias e detalhes íntimos. - Fonte: Folha de S. Paulo, Agosto 1995. 

Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995
"Do ponto de vista moral, a principal reclamação é quanto ao anúncio, nas páginas da Playboy, de um serviço telefônico, o Tele-Galisteu ou seja lá que nome tenha. Você liga para 900-0737 e ela conta histórias e lembranças a respeito de Ayrton Senna. Isso já é faturar demais." Fonte: Folha de S. Paulo, Agosto 1995. 



Nos dias seguintes após a morte de Senna em Ímola, Galisteu tinha contactado a revista de fofocas Caras para vender as fotos dela no funeral.



Adriane fez um circo no funeral de Senna, onde perguntou a um amigo se os fotógrafos estavam pegando seu lado bom.


Adriane Galisteu mente quando diz que foi excluída do funeral de Ayrton SennaAs imagems provam exatamente o contrário: Adriane Galisteu não foi excluída do funeral de Ayrton Senna, isso é uma mentira que os fãs de Adriane Galisteu gostam de dizer, a fim de fabricar uma história da pobre moça que estava namorada de um homem rico, jovem e bonito e que foi excluída por sua família durante o funeral... Uma mentira. Ela não foi excluída. Mas ela gosta de vitimizar-se, porque isso iria diminuir a imoralidade de suas ações após a morte de Senna.

Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995

Adriane Galisteu estava usando o emblema com um "F", o que significa " Família" no funeral de Ayrton Senna em São Paulo, no 5 de Maio de 1994. Ela também foi autorizada a prestar homenagem a ele e dizer -lhe adeus , podendo aproximar-se do caixão.

Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995
A assessora de imprensa de Ayrton Senna não gostou que Adriane Galisteu vendeu a vida privada de Senna na imprensa, apenas 5 meses depois de sua morte em Ímola. Embora Betisse Assumpçao, assessora de imprensa de Ayrton Senna desde 1990, ficou com Adriane Galisteu durante o funeral de Senna em Sao Paulo, no 5 de maio de 1994, como parte de seu trabalho para a família Senna, ela mostrou seu descontentamento quando Galisteu escreveu um livro sobre a vida privada de Senna "O caminho das borboletas". 


Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995

Betisse tinha sido tentada também com ofertas para escrever um livro sobre a vida privada de Senna, mas ela rejeitou todos eles dizendo em Londres, poucas semanas depois do trágico acidente: “Ayrton era uma pessoa que gostava muito da vida privada dele. Não acho justo eu escrever um livro e contar tudo o que ele queria preservar para si mesmo. Eu não gostaria que fizessem isso comigo. Para fazer um livro e só contar as vitórias e o lado ídolo não me interessa nem um pouco. Sem falar que já há muitos por aí.” 


Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995


Adriane Galisteu não se importou com o estado de Senna após o acidente em Imola 1994. Adriane Galisteu mostrou indiferença para com o acidente de Senna. 

A primeira coisa que Adriane Galisteu, última namorada oficial de Senna, fez quando viu o acidente de Senna en Imola 94, não foi ficar em frente da televisão para ver se ele estava bem, mas ir tomar um banho e lavar o cabelo. Só depois de tomar o banho, ela voltou para assistir a TV e ela viu que ele estava gravemente ferido.



Adriane Galisteu nua na novela de TV Xica da Silva - Rede Manchete TV 1995


Adriane Galisteu admite que Ayrton Senna ficaria furioso de vê-la nua na Playboy em 1995. Ela já havia posado para a Playboy Brasil antes de conhecê-lo , em 1993, e ele não estava feliz por causa disso. Ele pediu como um favor pessoal ao editor da revista de pornografia de não publicar as fotos, eo editor aceitou, dado quem era Senna. 



Senna ficaria furioso de novo com Galisteu apenas um ano depois, em março de 1994, quando viu as fotos onde ela posou em posturas inconvenientes para a revista "Caras". Senna sentiu se traído pela atitude de Galisteu e queria terminar com ela, algo que iria se tornar realidade após o Grande Prêmio de Ímola de 1994.


Livro diz que Senna não queria se casar com Adriane Galisteu. Pouco antes de morrer, Senna deu uma entrevista à revista "Caras" no Brasil dizendo a mesma coisa. 


Na revista Caras de abril de 1994, Senna mostra sua decepção com Adriane e diz que não vai se casar com ela. Ele deu as fotos dele e Galisteu à revista para promover a imagem pública de Galisteu, como o primeiro passo para romper com ela, deixando-a ainda a possibilidade de retornar ao mercado de moda.


Senna pareceu descartar Galisteu para qualquer futuro relacionamento sério, dizendo que ele ainda não tinha encontrado a mulher certa para ele se casar. 


Se até então havia alguma especulação sobre sua vida privada na imprensa, no final de sua vida, Senna negou qualquer rumor sobre casamento.


O melhor amigo de Ayrton Senna na Fórmula 1, Josef Leberer, também nega que Senna tinha planos de se casar com Adriane Galisteu


Leberer contradiz Jo Ramirez, que disse que Senna ia se casar com Galisteu. 

Mas acontece que Jo Ramirez também cometeu muitos erros sobre a vida de Senna em várias entrevistas, às vezes sobre fatos importantes que aconteceram em Imola 1994, o que faz Jo Ramirez não ser uma fonte confiável de informações sobre a vida de Senna.


A maioria das histórias sobre um suposto casamento entre Senna e Galisteu são uma invenção de uma única pessoa, um fã de Adriane Galisteu, cujo nome é Cleber Deon. Ele está com raiva para a família Senna, porque eles não queriam dar dinheiro a Galisteu depois da morte de Senna.


O maior difamador de Ayrton Senna na Internet: o seu nome, CLEBER DEON. Idade 29 anos . Residente na cidade de Videira , Santa Catarina, interior do Brasil. Ocupação: trabalha na Internet, com as redes sociais . Fã de: Adriane Galisteu, criou um de seus fã clubes no Facebook e um perfil no Twitter "Bianca Sodi" , que é usado para promover-a. Também criou uma página no Facebook com o nome de Senna , aparentemente dedicado a ele, mas onde promove histórias falsas sobre Senna e Adriane Galisteu e insulta a familia de Senna, sua grande obsessão. 


O fã de Adriane Galisteu vandalizou a página em português na Wikipedia de Ayrton Senna e atualmente está modificando outras páginas na Internet, com a história de Senna , dizendo que Senna ia se casar e ter muitos filhos com Adriane Galisteu . 



Ele também modificou fotos com direitos autorais da revista brasileira "Caras", acrescentando histórias falsas sobre Ayrton Senna e Adriane Galisteu. Também promove a história falsa que Galisteu não foi autorizada no funeral de Senna, mas há fotos que provam o contrário. Ele insulta regularmente a família de Senna, chamando Viviane de "vaca", o pai Milton "louco", o irmão Leonardo "idiota", sua primeira esposa Liliane de Vasconcellos "covarde", eo próprio Ayrton "rato" e "feio". Ele atua com mais de 60 nomes falsos no Facebook e YouTube. 

No passado, os advogados do Instituto Ayrton Senna já fecharam sua página uma vez. Adriane Galisteu conhece e apoia -lo, reenviando as suas mensagens no Twitter. 

A versão agradável que Galisteu gosta de contar de que "ela" não usou a imagem de Senna para se promover é falsa, uma ação promovida e interessada por ela e seus fãs para a lavagem cerebral das pessoas. 

Em 1995, a ex-namorada de Ayrton Senna (a última de sua vida, embora muitos dizem que ela foi paga por ele mensalmente para lhe fazer companhia ), Adriane Galisteu , usou o nome de Ayrton Senna para se tornar famosa e vendeu a sua vida privada para o pressione em muitas entrevistas de revistas. Ela também escreveu um livro, "Caminho das Borboletas ", onde ela contou detalhes muito particulares dela vida dele. Ayrton Senna era uma pessoa especialmente discreta, muito zeloso de sua vida privada, e ele seria com certeza horrorizado com as ações de sua última namorada.

Adriane Galisteu também usou o nome de Ayrton Senna em um movimento comercial oportunista, ao posar para a revista Playboy no Brasil, em agosto de 1995 . A revista vendeu muito bem , quase 1,2 milhões de cópias, porque todo mundo queria ver "o corpo de Ayrton Senna tinha em sua cama todas as noites ", segundo as palavras de um jornalista brasileiro na época.


Além disso , em 1995, Adriane Galisteu , ex -namorada de Ayrton Senna, que queria terminar com ela após o Grande Prêmio de Imola 1994 , devido a la infidelidade de Adriane com muitos homems quando Ayrton não estava perto, fiz cenas pornôs na novela de TV  " Xica da Silva " da Rede Manchete em TV Brasil . Nessa serie, ela fica nua na maioria das cenas e simula sexo e cenas de estupro .


Segundo a imprensa , ela foi um dos atores que foram contratados por razões puramente comerciais, não por seu talento . Tratava-se de uma aposta comercial do diretor do filme, Walter Avancini. Adriane Galisteu foi um dos casos mais óbvios , já que ela tinha muito pouco a dizer, é ficou nua a maior parte do tempo.


Veja as cenas pornô de ADRIANE GALISTEU na novela de TV de 1995, XICA DA SILVA


Adriane galisteu por amigosdohomer


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