quarta-feira, 30 de julho de 2014

Ayrton Senna não amava Adriane Galisteu

O que Ayrton Senna realmente pensava sobre Adriane Galisteu. Senna disse em março 1994 : "ela não incomoda, não faz perguntas e não enche o saco." Isso não parece ser a história do "grande amor" comercializada por Adriane Galisteu e seus fãs. Isso mais parece conveniência... Agora, uma conveniência feliz. Isto é o que o fazia parecer ele "relaxado e feliz".

Ayrton Senna - Adriane Galisteu - Australia 1993. Adriane Galisteu foi para Senna o "repouso do guerreiro" durante a última parte da vida dele, de acordo com muitas pessoas

A parceria entre Galisteu ea revista Caras para vender a falsa "grande história de amor" entre Galisteu e Senna: a revista Caras, que no seu começo em 1994 precisava desesperadamente de publicidade com uma forte história - exatamente na época da morte de Senna - colaborou para a idealização conveniente de uma história de sexo e companeirismo entre Senna e Galisteu. 

Adriane Galisteu, aborrecida ao lado de Ayrton Senna, durante um período de férias em Bora-Bora, 1993

O boom da revista Caras no Brasil ocorreu quando eles se tornaram parceiros com Adriane para explorar comercialmente sua história com Senna, em entrevistas e um livro, publicado em 1994. 

Fotos posadas de Ayrton Senna com Adriane Galisteu, para o fotógrafo pessoal de Senna , Norio Koike, em Angra dos Reis, março de 1993, depois de a segunda vitória de Senna no GP do Brasil

Há muitas coisas que aconteceram em 1994, que foram esquecidas e convenientemente modificadas nos meios de comunicação ao longo dos anos, porque só aqueles que permanecem vivos podem contar a história, e da forma mais conveniente para os seus interesses. 

Outra foto de Adriane Galisteu, aborrecida mais uma vez ao lado de Senna ... isso foi amor??

A única pessoa que se beneficia do fato de reescrever, adornando e criando uma falsa história de amor com Senna, lá onde não hà nenhuma, é Adriane Galisteu. Esse foi o passaporte para a fama: a história romanceada de uma, na realidade, muito mais trivial. Essa história faz Senna parecer um tolo, sem vontade própria e sem discernimento sobre seus próprios sentimentos, contrariando uma entrevista dada para a mesma revista Caras um mês antes de morrer, onde Ayrton Senna afirma: "Eu ainda não encontrei a mulher certa para casar". 


Fonte: livro "Ayrton, o herói revelado", Ernesto Rodrigues 

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